A disfunção erétil é um quadro em que o homem apresenta dificuldade frequente ou contínua para alcançar ou manter uma ereção satisfatória. Ela pode acontecer em qualquer idade e, muitas vezes, não é apenas “nervosismo”. Pode estar ligada a fatores vasculares, hormonais, metabólicos, emocionais e até ao uso de alguns medicamentos. Condições como diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade, tabagismo, estresse crônico, baixa testosterona e alterações de sono podem influenciar diretamente.
Por isso, o tratamento começa com diagnóstico correto. É preciso entender quando começou, a frequência, se há ereções espontâneas, histórico de saúde, hábitos de vida e exames quando necessário. A partir disso, o urologista define a melhor conduta, que pode incluir mudanças de estilo de vida, medicações, terapias injetáveis, dispositivos e, em casos específicos, procedimentos como prótese peniana. O objetivo é recuperar desempenho com segurança, preservar a saúde e devolver confiança ao paciente.
A disfunção erétil pode ter origem física, emocional ou uma combinação das duas. Muitas vezes, ela é um sinal de alerta de saúde, porque alterações na circulação e no metabolismo impactam diretamente a qualidade da ereção. Diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo, sobrepeso e sedentarismo são causas frequentes, assim como estresse, ansiedade e problemas de sono. Por isso, investigar é essencial para tratar o problema de forma eficaz e, em alguns casos, prevenir complicações cardiovasculares e hormonais.
A maioria dos pacientes melhora de forma significativa quando a causa é identificada e o tratamento é conduzido corretamente. O objetivo não é apenas “ter ereção”, mas recuperar confiança, desempenho e qualidade de vida com segurança. O melhor próximo passo é uma avaliação com urologista para definir o motivo do problema e montar um plano de tratamento claro, com acompanhamento e ajustes quando necessário.
A consulta é focada em entender o seu histórico e a forma como a dificuldade acontece: se é ocasional ou persistente, se houve mudança recente, se existem ereções ao acordar, uso de medicamentos e presença de doenças associadas. Quando indicado, o urologista solicita exames para avaliar hormônios (como testosterona), glicemia, perfil lipídico e outros marcadores importantes. Essa etapa evita “tentativa e erro” e direciona para o tratamento mais adequado ao seu caso.
O tratamento é individualizado e pode começar com ajustes de hábitos (sono, peso, atividade física, álcool e tabaco) e controle de doenças como diabetes e pressão alta. Em muitos casos, entram medicações específicas, sempre com orientação médica. Quando necessário, podem ser indicadas terapias injetáveis (aplicação intracavernosa), dispositivos de vácuo e outras abordagens. Para casos mais avançados ou refratários, a prótese peniana pode ser uma opção segura e com alta taxa de satisfação, após avaliação criteriosa.
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